O parto prematuro é um conjunto de sintomas complexos em que são conhecidos
múltiplos fatores de risco, de que estão implicados fatores bioquímicos,
imunológicos e anatómicos.
O início do parto prematuro é:
• Espontâneo em 20 a 30 % dos casos
• Ocorre após rutura da bolsa de águas em 30 a 40% dos casos
• Medicamente indicado em dos casos por razões que envolvem riscos para a mãe e
para o bebé.
A prematuridade induzida é consequência de um contexto de hipertensão arterial
sério, de um atraso de crescimento grave ou de hemorragias da mãe.
• Problemas ginecológicos, tais como malformações uterinas, fibromiomas ou fraqueza
do colo do útero
• Antecedentes de partos prematuros anteriores ou abortos de repetição
• Idade da mãe (menor de 18 anos e maior de 35 anos)
• Hipertensão arterial e suas complicações
• Hemorragias vaginais
• Rutura prematura da bolsa de águas
• Trabalho prematuro espontâneo
• Atraso de crescimento intra-uterino
• Infeções
• Diabetes
• Malformações do feto
• Técnicas de fertilização que resultam em gravidez múltipla
• Acompanhamento pré-natal inexistente ou tardio
• Stress materno crónico
• Má nutrição por parte da mãe
• Hábitos pouco saudáveis e consumo de tabaco, álcool e drogas
• Violência doméstica e acidente por impacto
• Carências sociais e económicas
Existem 5 grandes situações clínicas que dão origem a um parto prematuro
antes das 33 semanas de gestação:
• Hipertensão arterial e suas complicações, em 20% dos casos.
• Hemorragias, em 20% dos casos.
• Rutura prematura da bolsa de águas, em 25 a 35% dos casos.
• Trabalho de parto espontâneo, em 25 a 30% dos casos.
• Atraso de crescimento intra-uterino.
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